














Veja o que os nossos alunos estão dizendo sobre os cursos da Galera da Educação Física.
MEMÓRIA MUSCULAR: POR QUE É MAIS FÁCIL RECUPERAR OS MÚSCULOS QUE VOCÊ JÁ TEVE?
Você já percebeu que uma pessoa que treinou por anos e ficou meses parada pode recuperar a massa muscular mais rapidamente do que alguém que nunca treinou?
Isso está relacionado à chamada memória muscular.
Um dos mecanismos investigados envolve os mionúcleos, estruturas celulares que participam do controle da síntese de proteínas musculares. Durante a hipertrofia, as fibras musculares podem incorporar novos mionúcleos, e estudos sugerem que parte dessas adaptações pode persistir mesmo após períodos de atrofia.
Além disso, o treinamento anterior promove adaptações neurais e alterações na regulação molecular do músculo, que também podem contribuir para uma recuperação mais rápida dos ganhos.
Isso não significa que o músculo se lembra literalmente do treino, mas que o organismo pode conservar adaptações que facilitam a retomada da hipertrofia.
Por isso, ficar um tempo sem treinar não significa perder definitivamente todo o progresso conquistado. Com a retomada do treinamento, da alimentação adequada e da recuperação, é possível recuperar parte dos ganhos com mais facilidade.
Out 29
MEMÓRIA MUSCULAR: POR QUE É MAIS FÁCIL RECUPERAR OS MÚSCULOS QUE VOCÊ JÁ TEVE?
Você já percebeu que uma pessoa que treinou por anos e ficou meses parada pode recuperar a massa muscular mais rapidamente do que alguém que nunca treinou?
Isso está relacionado à chamada memória muscular.
Um dos mecanismos investigados envolve os mionúcleos, estruturas celulares que participam do controle da síntese de proteínas musculares. Durante a hipertrofia, as fibras musculares podem incorporar novos mionúcleos, e estudos sugerem que parte dessas adaptações pode persistir mesmo após períodos de atrofia.
Além disso, o treinamento anterior promove adaptações neurais e alterações na regulação molecular do músculo, que também podem contribuir para uma recuperação mais rápida dos ganhos.
Isso não significa que o músculo se lembra literalmente do treino, mas que o organismo pode conservar adaptações que facilitam a retomada da hipertrofia.
Por isso, ficar um tempo sem treinar não significa perder definitivamente todo o progresso conquistado. Com a retomada do treinamento, da alimentação adequada e da recuperação, é possível recuperar parte dos ganhos com mais facilidade.
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A Comissão aprovou uma proposta que trata das regras para parcerias entre academias e profissionais de Educação Física que atuam como personal trainers.
O Projeto de Lei nº 9.539/2018, de autoria do deputado federal Luiz Gastão, busca estabelecer regras para essas parcerias, tema importante para profissionais que buscam autonomia no exercício da profissão e para alunos que desejam ter liberdade de escolha.
A proposta ainda segue em tramitação na Câmara dos Deputados. Por isso, é importante acompanhar os próximos passos e entender quais mudanças poderão ocorrer na relação entre academias, personal trainers e consumidores.
A valorização profissional também passa por condições justas de trabalho, segurança jurídica e respeito à autonomia do profissional de Educação Física.
E você, acredita que regras mais claras para essas parcerias podem beneficiar os profissionais e os alunos?
Comente sua opinião.
Out 29
A Comissão aprovou uma proposta que trata das regras para parcerias entre academias e profissionais de Educação Física que atuam como personal trainers.
O Projeto de Lei nº 9.539/2018, de autoria do deputado federal Luiz Gastão, busca estabelecer regras para essas parcerias, tema importante para profissionais que buscam autonomia no exercício da profissão e para alunos que desejam ter liberdade de escolha.
A proposta ainda segue em tramitação na Câmara dos Deputados. Por isso, é importante acompanhar os próximos passos e entender quais mudanças poderão ocorrer na relação entre academias, personal trainers e consumidores.
A valorização profissional também passa por condições justas de trabalho, segurança jurídica e respeito à autonomia do profissional de Educação Física.
E você, acredita que regras mais claras para essas parcerias podem beneficiar os profissionais e os alunos?
Comente sua opinião.
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Quantas você acertou? Comenta aqui👇
Out 29
Quantas você acertou? Comenta aqui👇 ...
Você vê isso acontecer com que frequência?🧐🤔
Out 28
Você vê isso acontecer com que frequência?🧐🤔 ...
Salva pra não esquecer😅😅
Out 28
Salva pra não esquecer😅😅 ...
💪 SER PERSONAL TRAINER É MUITO MAIS DO QUE CONTAR REPETIÇÕES!
Por trás de cada aluno existe uma história, um desafio e um objetivo que vai muito além da estética. 🎯
🏋️♂️ O verdadeiro personal não transforma apenas corpos. Ele fortalece a autoestima, inspira confiança, incentiva a disciplina e ajuda pessoas a descobrirem do que são capazes.
Cada evolução, por menor que pareça, representa uma grande conquista.
🔥 Porque o melhor resultado do seu trabalho não está apenas no espelho, mas na vida das pessoas que você transforma!
👏 Se você é personal trainer e ama o que faz, tenha orgulho da sua profissão!
👇 Marque aquele personal que merece esse reconhecimento!
#PersonalTrainer
Out 28
💪 SER PERSONAL TRAINER É MUITO MAIS DO QUE CONTAR REPETIÇÕES!
Por trás de cada aluno existe uma história, um desafio e um objetivo que vai muito além da estética. 🎯
🏋️♂️ O verdadeiro personal não transforma apenas corpos. Ele fortalece a autoestima, inspira confiança, incentiva a disciplina e ajuda pessoas a descobrirem do que são capazes.
Cada evolução, por menor que pareça, representa uma grande conquista.
🔥 Porque o melhor resultado do seu trabalho não está apenas no espelho, mas na vida das pessoas que você transforma!
👏 Se você é personal trainer e ama o que faz, tenha orgulho da sua profissão!
👇 Marque aquele personal que merece esse reconhecimento!
#PersonalTrainer
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Tá tudo bem 😅😅
Out 27
Tá tudo bem 😅😅 ...
Um estudo brasileiro da UFSCar (laboratório do Cleiton Libardi, com a Auburn University) testou isso em 25 pessoas treinadas, por 8 semanas. Cada perna recebeu um volume diferente:
👉 Perna A: +20% de séries em relação ao que a pessoa já fazia (18 séries por semana)
👉 Perna B: +120% (33 séries por semana)
Tudo até a falha, em leg press e cadeira extensora.
Resultado: as duas pernas cresceram. 7,6% na perna dos +20% e 10,4% na perna dos +120%. Numericamente, mais volume rendeu mais. Mas a diferença não foi estatisticamente significativa e ficou perto do erro da própria medida (2,7 pontos contra um erro de 2,3%).
Então a dose-resposta do volume não existe? Calma.
Olha como esse volume foi distribuído: 33 séries em só 2 sessões. São 16 séries de quadríceps até a falha num dia só. Nessa altura, as últimas séries rendem muito pouco. É fadiga, não estímulo.
Se as mesmas 33 séries fossem divididas em 3 ou 4 sessões, o resultado provavelmente seria outro. Isso é uma hipótese nossa, não foi testado no estudo.
O que fica: volume continua importando. Empilhar tudo em um treino só desperdiça séries.
✅ Aumente o volume devagar
✅ Distribua na semana
📄 Referência científica:
Camargo, Bittencourt, Michel e col. (incluindo Roberts e Libardi).
Large increases in resistance training volume do not impair muscle hypertrophy or anabolic-catabolic molecular signaling in trained individuals.
Journal of Applied Physiology, 2026.
DOI: 10.1152/japplphysiol.00284.2026
Salva esse post e manda para aquele personal que acha que mais é sempre melhor.
Out 27
Um estudo brasileiro da UFSCar (laboratório do Cleiton Libardi, com a Auburn University) testou isso em 25 pessoas treinadas, por 8 semanas. Cada perna recebeu um volume diferente:
👉 Perna A: +20% de séries em relação ao que a pessoa já fazia (18 séries por semana)
👉 Perna B: +120% (33 séries por semana)
Tudo até a falha, em leg press e cadeira extensora.
Resultado: as duas pernas cresceram. 7,6% na perna dos +20% e 10,4% na perna dos +120%. Numericamente, mais volume rendeu mais. Mas a diferença não foi estatisticamente significativa e ficou perto do erro da própria medida (2,7 pontos contra um erro de 2,3%).
Então a dose-resposta do volume não existe? Calma.
Olha como esse volume foi distribuído: 33 séries em só 2 sessões. São 16 séries de quadríceps até a falha num dia só. Nessa altura, as últimas séries rendem muito pouco. É fadiga, não estímulo.
Se as mesmas 33 séries fossem divididas em 3 ou 4 sessões, o resultado provavelmente seria outro. Isso é uma hipótese nossa, não foi testado no estudo.
O que fica: volume continua importando. Empilhar tudo em um treino só desperdiça séries.
✅ Aumente o volume devagar
✅ Distribua na semana
📄 Referência científica:
Camargo, Bittencourt, Michel e col. (incluindo Roberts e Libardi).
Large increases in resistance training volume do not impair muscle hypertrophy or anabolic-catabolic molecular signaling in trained individuals.
Journal of Applied Physiology, 2026.
DOI: 10.1152/japplphysiol.00284.2026
Salva esse post e manda para aquele personal que acha que mais é sempre melhor.
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O lactato é uma substância produzida pelo metabolismo energético, especialmente durante exercícios de alta intensidade.
Quando a glicose é degradada pela glicólise, forma-se piruvato, que pode ser convertido em lactato pela enzima lactato desidrogenase (LDH). Esse processo regenera o NAD⁺, permitindo que a glicólise continue produzindo ATP, fundamental para a contração muscular.
Mas atenção: o lactato não é um vilão! Ele pode ser utilizado como combustível por diferentes tecidos, como o coração e as próprias fibras musculares, além de participar de processos de sinalização celular.
E aquela queimação durante o exercício? Ela não é causada diretamente pelo lactato. Está relacionada principalmente ao acúmulo de outros metabólitos e às alterações químicas que ocorrem no músculo durante esforços intensos.
Portanto, o lactato não é simplesmente um resíduo metabólico. Ele é um intermediário energético importante, que ajuda o organismo a aproveitar melhor os recursos disponíveis durante o exercício.
Entender o lactato é entender como o corpo produz, utiliza e distribui energia.
Referência: Brooks, G. A. (2018). The Science and Translation of Lactate Shuttle Theory. Cell Metabolism, 27(4), 757–785.
Out 26
O lactato é uma substância produzida pelo metabolismo energético, especialmente durante exercícios de alta intensidade.
Quando a glicose é degradada pela glicólise, forma-se piruvato, que pode ser convertido em lactato pela enzima lactato desidrogenase (LDH). Esse processo regenera o NAD⁺, permitindo que a glicólise continue produzindo ATP, fundamental para a contração muscular.
Mas atenção: o lactato não é um vilão! Ele pode ser utilizado como combustível por diferentes tecidos, como o coração e as próprias fibras musculares, além de participar de processos de sinalização celular.
E aquela queimação durante o exercício? Ela não é causada diretamente pelo lactato. Está relacionada principalmente ao acúmulo de outros metabólitos e às alterações químicas que ocorrem no músculo durante esforços intensos.
Portanto, o lactato não é simplesmente um resíduo metabólico. Ele é um intermediário energético importante, que ajuda o organismo a aproveitar melhor os recursos disponíveis durante o exercício.
Entender o lactato é entender como o corpo produz, utiliza e distribui energia.
Referência: Brooks, G. A. (2018). The Science and Translation of Lactate Shuttle Theory. Cell Metabolism, 27(4), 757–785.
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O melhor caminho é sempre fazer o que sabemos que tem que ser feito ✅
Out 26
O melhor caminho é sempre fazer o que sabemos que tem que ser feito ✅ ...
Escolha você, sempre 💪
Out 26
Escolha você, sempre 💪 ...
Primeiro dia nunca é fácil 😂😂
Out 25
Primeiro dia nunca é fácil 😂😂 ...